quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

M19 - PALESTINA LIVRE JÁ!



"Declaramos abertamente que os árabes não têm qualquer direito a um só centímetro de Eretz Israel. Os de bom coração, os moderados, devem saber que as câmaras de gás de Adolf Hitler serão como brincadeira de criança. O único que entendem e entenderão é a força. Utilizaremos a força mais decisiva, até que os palestinos se aproximem de nós de joelhos" Raphael Eitan, quando Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel.
Entre 29 de novembro de 1947, data da divisão da Palestina pela ONU e 15 de maio de 1948, quando foi formalmente proclamado o Estado de Israel, o exército sionista e as milícias paramilitares se apoderaram de 75% da Palestina, expulsando do país 780 mil árabes.
Os burgueses sionistas, como todo "bom" capitalista e aproveitador, converteu o anti-semitismo em aliado, fazendo com que o ódio servisse como desculpa para a criação de um estado judeu, para assim servir ao seus interesses imperialistas.
Atualmente, 93% da terra do chamado Estado de Israel é administrada pelo Fundo Nacional Judeu, sendo que para ter o direito a viver na terra, arrendá-la ou trabalhar nela, a pessoa tem de demonstrar que tem pelo menos três gerações de ascendência materna judia.

Muitos acham que os judeus somente foram para a Palestina por causa da situação pós-guerra, mas isto é um equívoco, pois muito antes o sionismo já existia e já haviam judeus nesta região, só ainda não existia o Estado de Israel.
A ocupação se deu em base a três pilares do movimento sionista: kibush hakarka (conquista da terra), kibush haavoda (conquista do trabalho) e t'ozteret haaretz (produto da terra)17. "Detrás dessas sonoras palavras havia uma dura realidade. Conquista da terra significava que toda a terra possível fosse adquirida (legalmente ou não) dos árabes, e que nenhuma terra de judeus fosse vendida ou de alguma maneira retornasse aos árabes. Conquista do trabalho significava que nas fábricas dava-se preferência aos trabalhadores judeus.
Hoje, até os historiadores Israelenses já não conseguem mais mentir em falar que a Palestina era uma terra vazia. "Uma povo sem terra para uma terra sem povo", eis uma frase completamente mentirosa, uma falácia que enganou milhões, mas que as provas e a história provou ser mentirosa! 
Israel é localizado próximo às maiores reservas de petróleo, assim o imperialismo possui o controle do recurso, não deixando sob controle do povo árabe.
Crianças israelenses são doutrinadas a odiar os árabes. Crianças árabes odeiam os israelenses porque vivem num campo de guerra.
O Palestino odeia o colonizador, pelo mesmo ser opressor! O Israelense odeia o povo que vive em região colonizada, qual seria a lógica disso a não ser pura segregação étnica e interesse econômico?

Prova-se na prática, que os judeus desconsideraram até a espera do Messias para volta à sua terra "prometida", antecipando assim a migração para inicar seu projeto de dominação e expansionismo do capital.

Resistência não é terrorismo!!!

Nós do M19, não somos anti-semitas, mas somos sim, irredutivelmente anti-sionistas! Abaixo o racismo, a xenofobia e ao imperialismo! 

M19, pela destruição do Estado de Israel
M19, pela Resistência do Povo Palestino
M19, pela Criação do Estado Palestino
M19, pela Autodeterminação do povo Árabe!

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